O QUE O BRANDING TEM A VER COM A CRISE?

Quem estuda sobre branding provavelmente já leu ou escutou a seguinte frase: “a marca é o principal ativo de uma empresa”. Bom, no momento em que estamos vivendo, essa frase nunca fez tanto sentido. Negócios que não possuem uma marca sólida tendem a enfrentar desafios ainda maiores em ambientes críticos. A razão? Bom, pra começar, nesses ambientes a tendência é que todo mundo tente fazer alguma coisa pra correr atrás do prejuízo, e como o desespero é grande e a criatividade falta, vai todo mundo pro mesmo caminho. Um exemplo disso é o iFood: nessas últimas semanas, pelo menos por aqui (em Juiz de Fora), recebi a informação de que eles estavam fechados para novos entrantes, porque a busca foi tão grande que eles não davam conta de atender com qualidade tantos restaurantes ao mesmo tempo. Mas aí eu te pergunto: você acha mesmo que os novos restaurantes, que só se preocuparam em entrar pro delivery agora, que provavelmente não têm embalagens personalizadas, não possuem fotos pra plataforma e, pior, não são nem ao menos conhecidos no mercado, conseguirão vender bem nesse momento? Provavelmente não, né?!

Pois bem, é aí que o branding faz sentido. É claro que essa pandemia abalou a maioria dos setores, mas, por experiência própria, observando a partir de alguns dos nossos clientes, percebo que seus negócios continuam de pé, e ainda mais fortes do que antes. Marcas fortes conseguem criar um vínculo de relacionamento sólido com seus clientes e, mesmo no meio dessa turbulência toda, elas continuam a ser lembradas, amadas e consumidas. Olha que bacana esse trecho de um artigo escrito pelo Marcos Bedendo para a Exame:


“Uma marca com uma visão clara de posicionamento e identidade terá maior facilidade ao definir em quais nichos possui maior possibilidade de sucesso, e consequentemente poderá aumentar a assertividade dos seus gastos. Ao mesmo tempo, uma marca forte tende a aumentar a lealdade e o nível de relacionamento com os consumidores, criando laços difíceis de serem quebrados por uma oferta da concorrência.”

Como falei na live que fizemos para donos de restaurantes e lanchonetes, nesse momento, as empresas (principalmente as que não investiram em branding nos últimos tempos) devem focar em duas iniciativas na perspectiva da comunicação: investir na marca e em ações promocionais. A primeira começará a dar destaque no médio/longo prazo, pra que no futuro, os impactos de uma crise não sejam tão danosos, o valor da marca aumente e se construa uma relação de fidelidade com os clientes. As ações promocionais, por sua vez, podem ajudar no curto prazo, dando uma segurança ao caixa para que a empresa permaneça de pé.

Recentemente a Nike lançou um filme chamado Play For The World, onde podemos ver diversos atletas treinando em suas casas. Como falamos no post da House School , as marcas mais relevantes são aquelas que sabem criar narrativas em todas as situações, sendo sensíveis ao que está acontecendo em determinado local ou época, mas sempre preservando sua mensagem e DNA centrais. Isso é branding,  construir marcas fortes.

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E aí, fez sentido pra você? Se precisar de uma ajuda pra fortalecer sua marca, entre em contato com a gente. Estamos fazendo o máximo para auxiliar nossos parceiros nesse ambiente de crise, e os resultados têm sido muito satisfatórios. Clique aqui para conversar com nossa equipe pelo WhatsApp. #NósCriamosMarcasFortes


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